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As Empresas mais Reclamadas de 2011

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O que antes era um problema entre empresa e cliente, passou a ser de domínio público. Enquanto que as ligações pelo SAC não afetavam outros participantes, as reclamações pela internet deixaram explicito para qualquer pessoa o problema enfrentado. Com base nesse estudo, percebe-se que houveram poucas mudanças em relação às empresas que estiveram presentes nas listas das mais reclamadas ao término de 2010. 

A TIM foi a que mais obteve reclamações com base nos três maiores sites para tal finalidade do Brasil, e o segmento de Telefonia foi o que angariou o maior volume de queixas. Atrasos nas entregas de produtos, principalmente no final de 2011, foram os principais assuntos reclamados entre as empresas de e-commerce. 

Ao passo que os sites de compras coletivas aumentaram, as reclamações também registraram um crescimento 13X maior que em 2010. Mas, não são apenas de números negativos que as empresas são representadas nessas listas. Dentre elas, a Americanas.com se sobressai com diminuição no tempo médio de resposta aos clientes. O que antes demorava em torno de 2 meses, agora passa a ser revolvido em 1. Esse posicionamento das Americanas.com confirma um levantamento realizado pela Folha de São Paulo. 

Segundo a pesquisa, as reclamações via web, principalmente as realizadas através das redes sociais, possuem um resultado 8 mil vezes mais rápido do que o Procon ou famoso 0800. O número é espantoso, mas justificável. Nenhuma empresa quer que sua imagem seja exposta de forma negativa, principalmente em um ambiente onde as mensagens possuem alto poder de disseminação. 

Ao deixar a marca à mostra dessa forma, as empresas correm o risco de perder novos clientes e até deixar outros consumidores influenciados com as reclamações realizadas, por isso, procuram o mais rápido possível atender as solicitações e reverter o quadro. Quando a empresa que passa por uma situação nas redes com os usuários informando os motivos que ocasionaram os problemas, ela demonstra que está ouvindo seu público. E este quesito de transparência é muito valorizado pelo consumidor da era digital, que entende que problemas podem acontecer, mas que não perdoa empresas despreocupadas com seu grande motor de sucesso, os próprios clientes. 

O online é apenas o começo da história. Se estando apenas nesse meio, o efeito negativo pode ser grandioso, imagine o quanto pode afetar a empresa quando tais problemas deixarem o espaço virtual e coexistirem no universo offline.



Estudo sobre a relação das Marcas vs. Mídias Sociais

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O que pode parecer fácil nos meios tradicionais, torna-se muito diferente na relação entre a marca e sua presença online. Mesmo sem ter uma estratégia definida para o ambiente, qualquer marca está presente nas mídias sociais pelos comentários e ações espontâneas dos internautas.

Pensando nisso, a SixpixContent decidiu ouvir 255 influenciadores da web (pessoas no Twitter e no Facebook com alta leitura e blogueiros com mais de 1,5 milhão de acessos/mês) para saber o que eles acham da atuação das marcas nas mídias sociais. O resultado foi o YouPix Tank, primeira edição de um estudo anual que pretende ajudar o mercado a entender melhor como as marcas podem potencializar o poder das mídias sociais.



Crédito da imagem: Sopnochora

Ebook – Para Entender o Monitoramento de Mídias Sociais

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Lançado o e-book “Para Entender o Monitoramento de Mídias Sociais”
Fruto de um esforço coletivo de 27 autores, o e-book “Para Entender o Monitoramento de Mídias Sociais” foi publicado na rede. O livro digital busca reunir reflexões de brasileiros que fazem e pensam o monitoramento de mídias sociais, prática que surgiu e ganhou importância nos últimos anos graças ao intenso uso que milhões de pessoas fazem das mídias sociais por todo o mundo.

O formato se inspira nos e-books “Para Entender a Internet” e “Para Entender as Mídias Sociais”, que movimentaram a web brasileira nos últimos anos. Entre os autores estão presentes analistas, coordenadores e diretores de agências e departamentos de mídias sociais, desenvolvedores de ferramentas e softwares, professores, pesquisadores acadêmicos e gerentes de marketing e comunicação de grandes empresas.

A publicação abrange uma ampla gama de tópicos relevantes para a compreensão do monitoramento de mídias sociais: Informação; Reputação; Análise de Sentimento; SAC; Profissionais; ROI; Relevância; Monitoramento; Mensuração; Inteligência Artificial; Gestão de Crises; Classificação; Geolocalização; Conteúdo; Netnografia; Softwares Plenos; Perfis; Opinião Pública; Convergência; SEO; Visualização; e Gestão do Conhecimento.

Organizado por Tarcízio Silva, analista e pesquisador de monitoramento e mensuração, o livro digital também traz prefácios de Juliano Spyer e Ana Brambilla, idealizadores dos “Para Entender...” anteriores. O trabalho, disponibilizado com uma licença creative commons, circula pela internet e pode ser lido e baixado em http://www.slideshare.net/tarushijio/para-entender-monitoramento-de-midias-sociais

Qual a Classe Social e Faixa Etária dos usuários na Internet e Redes Sociais?

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A pergunta que nunca quer calar: Qual é o perfil dos usuários que utilizam a internet e consequentemente as redes sociais? Com este infográfico disponibilizado pela Netpartner isso poderá ficar bem mais fácil. 

A Pesquisa foi realizada pelo TC.net (departamento do IBOPE que estuda o comportamento dos internautas brasileiros), sobre como os brasileiros de diversas idades utilizam a internet e as redes sociais.



Curiosidades de 2011 sobre o Facebook

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Diversas fan pages brasileiras foram monitoradas desde dezembro de 2010 através da ferramenta GraphMonitor. Confira o resultado: